Mostrando postagens com marcador números. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador números. Mostrar todas as postagens

domingo, 20 de novembro de 2011

Lidando com números

Queria saber lidar tão bem com números quanto lido com textos: assim seria mais fácil organizar minhas finanças pessoais. Acho incrível como é difícil lidar com dinheiro. Ele parece que gosta de brincar de pique-esconde e some quando o fim do mês se aproxima ou quando a gente mais precisa dele. E não adianta transformá-lo em plástico e chamá-lo de cartão de crédito. Acho que é até pior porque dá a falsa sensação de que o temos no momento da compra indevida. Aí no fim do mês seguinte surge um arrependimento que não dá para ser desfeito.

Então descobri que é preciso dedicação e estudo para lidar com finanças. Tenho seguido todas as dicas encontradas desde então. Anoto todos os gastos para analisar os dados no fim do mês. Contabilizo até a bala de menta que compro no mocinho da esquina. Consegui com isso conter gastos impróprios e evitar saldos negativos. Porém, não houve análise financeira, sintática ou semântica que me fizesse descobrir uma forma do meu dinheiro ficar mais robusto e menos tímido. Acho que é a formula que todos procuram e espero encontrá-la em breve.

(Grazielle Santos Silva)


* Pôster do filme Wall Street. Enquanto escrevia o texto, lembrei que me recomendaram esse filme, mas ainda não assisti.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O mistério dos números

poster do filme uma mente brilhanteAinda estou aprendendo a brincar de fazer contas. Queria saber lidar com números com a mesma familiaridade que lido com as letras, mas eles ainda são meio hostis comigo. Tenho aprendido a enfrentá-los aos poucos. Depois de alguns tropeços, descobri que anotando absolutamente todos os gastos consigo fazer os números não ficarem negativos antes do fim do mês. Um grande avanço para quem tenta andar com as próprias pernas. Agora que já sei o básico, passei a estudar como multiplicar o que eu ganho em um longo espaço de tempo. Pensei que fosse mais fácil - afinal ciências exatas deveriam ser objetivas e sem margem de dúvidas - mas são tantas variáveis a serem analisadas que não consigo chegar a conclusão alguma. Gostaria de ter uma mente brilhante para visualizar todos os riscos e uma alma destemida para encará-los sem tanta apreensão. Talvez com o tempo eu chegue bem próximo a essa combinação. Até lá fico espreitando os números com cautela. Quem sabe assim não fico mais íntima deles.

(Grazielle Santos Silva)

* Pôster do Filme "Uma mente Brilhante"

domingo, 13 de março de 2011

Cartões de crédito

Não tenho nada contra cartões de crédito. Em momentos de emergência eles são até úteis. O que me incomoda mesmo é quando eles ganham voz. Aí tudo fica complicado. Sabe aquele vestido que você namora há um mês na vitrine? Ele te convence que é completamente acessível se você pagar em 3 vezes. A questão é que o vestido precisa de um sapato para combinar, um brinco, um broche... Aí ja viu, se você der ouvidos ao cartão de crédito as contas nunca mais terão fim.
Por isso aprendi uma tática. Quando meu cartão começa a gritar dentro da bolsa eu finjo que não ouço e me concentro em 3 perguntas: Eu quero? Eu posso? Eu preciso? Se a resposta for não para uma das três, eu simplesmente ignoro o chamado. Agora, quando nada dá certo, eu guardo ele escondidinho no fundo da gaveta. Daí ele fica lá de castigo por um mês e para de tagarelar tanto.

(Grazielle Santos Silva)

* Pôster do filme "Delírios de consumo de Becky Bloom". Não existe filme melhor para ilustrar esse texto

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...