quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Relato de uma balada

Saí disposta a nada. Balada sem pretensão. Seu olhar veio de longe, cruzou a multidão e parou nos meus olhos. Retribuí. No entanto não deixei de olhar outros olhares. Dos tantos que me olharam aquela noite, só você me desconsertou. E eu que havia prometido me entregar unicamente à batida frenética da pista hesitei. Fiz de tudo pra tornar o distante perto. Estive ao seu lado. Mas as luzes, a música, as taças... E os amigos e a timidez e a partida, fizeram-me perder seus olhos de minha vista. Too bad... but life goes on! Antes que eu pudesse sentir sua falta, a dança me tomou como eu queria que você tivesse feito e fez-me companheira o resto da festa. E que festa!




(Grazielle Santos Silva)


* Cartaz do filme Step-up (Ela dança, Eu danço). Porque dançar é bom, imagina a dois!

4 comentários :

Mulher Mineira disse...

graz....
que lindo seu texto...e que saudade de lê-los...
voltei a blogar, espero que goste...
hehehehe

Mirelle disse...

qto tempo q não passo por aqui, né?
Olhares, olhares... como eles mechem com a gente ein?

ahhhhhhh
tb voltei a postar, dê uma passada la

bjssssssss

San disse...

Puxa, faz um tempo q não apareço por aqui...
Ah, se a gente vai pra balada só pra se divertir, tem mais é q se entregar a dança. Se envolver com alguém na balada... só se for pra curtir e só! Afinal ninguém espera encontrar alguém especial numa festa. ;)

Thito disse...

Eu sempre preferi dança a dois...

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