quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Game Over

Nota pré-leitura: Esse é o primeiro de uma série com o mesmo tempo. Jogos. Que serve pra tudo quanto é jogo (de xadrez ao jogo do amor). Mais uma vez aviso: não confundam a escritora com o "Eu-lírico". Não vale comentário sermão. rsrsrs
Boa leitura!
...
 
That's it! Game over. Mas eu estava indo tão bem! Devo admitir que meu oponente era mais forte que eu. E um exímio conhecedor das regras do jogo.

Acho que esse é meu problema. Eu sei como o jogo funciona, mas prefiro fazer as coisas a meu modo. Parece-me muito mais humano, mais simples, mais direito... No entanto é fadado ao erro. E foi o que aconteceu.

Fim de jogo. Parabéns ao meu adversário!

3 comentários :

727 disse...

depois da explicaçao...tudo se encaixa...!!!!!

Marcelo disse...

É melhor errar tentando acertar. E de toda derrota, podemos retirar algo de bom. ;*

James disse...

Sempre há tempo e oportunidade para revanches.

No xadrez, onde não há Game Over, mas Xeque-mate - uma expressão persa que significa "o rei está morto" -, conhecer o adversário é tão importante quanto saber jogar.

Às vezes é preciso sacrifícios pessoais (o desapego de algumas peças consideradas fundamentais, a perda de espaço no tabuleiro, recuar ao invés de atacar...) como forma de desestabilizar o adversário, impondo sobre ele elementos novos, a fim de equilibrar o jogo entre conhecimento das regras e o seu elemento humano.

Assim, jogo equilibrado, é a hora certa de avançar. Primeiro o xeque, quando toda a estratégia é revelada e seu adversário se vê forçado a uma decisão crítica (e um xeque nunca deve ser gratuito, sem objetividade e decisão, pois isso só demonstra fraqueza e inaptidão para o jogo).

Em pouco tempo seu adversário perceberá que qualquer movimento é apenas um passo para o xeque-mate.

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