quarta-feira, 19 de setembro de 2007

[breve momento de reflexão]

"- O povo daqui é enrolado! Não gosta das coisas simples." Meu irmão falou isso após o telefonema de uma amiga que terminou com o namorado. Aí me veio um estalinho na cabeça. Resolvi escrever.

 

"Por que cargas d'água tudo tem que ser tão complicado?"

 

Antes que me chamem de decepcionada (se sou ou não isso não vem ao caso), falo não só do lado afetivo, mas de qualquer relação social. A gente segue uma série de regras, se veste do que não é, cria um novo personagem e isso se torna tão difícil de sustentar que às vezes é torturante levantar de manhã cedo e encarar um novo dia.

 

Já tirei todos os meus disfarces do armário. Joguei tudo fora. Eu sou eu, no matter what . Eu designer, eu aluna, eu professora, eu mulher. Somos todas uma só. Simples assim.

 

E a vida parece que ficou muito mais colorida depois disso.
 
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Fiz correndo... Só pra manter o blog atualizado. Baseado em fatos reais

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Empty Words

The same empty words are said to me.
They come and go every time.
And all the time I believe them.
And they let me down all the time.

I'm getting sick of this game.
I'm tired of these empty words.
If someone wants something from me
Be straight,
Or get out!

(Grazielle Santos Silva)

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

One more time

I thought I was somewhere new
A new place and a new adventure
I thought - I could actually feel it
With my heart, my soul and my body

But I'm there one more time.
Same place I was before
And I don't want to get involved
But I can't step back anymore

And I know what's gonna happen
I know every single step
I'll probably gonna get hurt
But who cares?
I like being there

(Grazielle Santos Silva)

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Perdi meu juízo

 
Já dizia a minha avó: "Refaça seu caminho e encontrará o que perdeu". Quase sempre funciona. Costumo perder os óculos quando me arrumo pro trabalho e, refazendo meu trajeto, em 5 minutos descubro que os esqueci na mesa da cozinha. Assim faço com a caneta, o caderno e a escova de dente – que vira e mexe vai parar na escrivaninha, porque escovo os dentes e escrevo ao mesmo tempo.

 

Mas dessa vez a técnica não funcionou. Perdi meu juízo e não sei onde encontrá-lo. Na verdade juízo não é algo que se sinta falta tão facilmente. E eu estava vivendo sem ele há algum tempo, até que fui cair na mesma asneira que há anos não caia. Então percebi: Como é que eu fui fazer aquilo? Cadê o juízo que estava aqui? Já procurei por todos os lados. Debaixo da cama, em cima do telhado, procurei pela rua e no caminho do teatro, mas não o acho. Não encontro meu juízo em lugar algum.

 

Estou desesperada. O que vai ser de mim agora? Sem juízo eu sou altamente vulnerável! Onde foi que o deixei? Acho que ele se perdeu ali entre a ida ao cinema e o jantar na casa árabe. Ou foi no dia que resolvi ir à boate? Enfim, quem o encontrar favor entrar em contato, manda e-mail ou recado e serei muito grata.

 

Aguardo respostas.
 
Ass.: Desajuizada!
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Só pra manter o blog atualizado!

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