quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Por uma vida sem excesso de bagagem

Por uma vida sem excesso de bagagem, repense seus atos, hábitos e conceitos. A viagem é única e não vale a pena carregar pesos desnecessários. Esqueça metade dos seus problemas. Uma parte deles realmente existe, mas o resto com certeza deve ser criação de sua imaginação. Reserve um tempo só para você. É indispensável se conhecer e se reconhecer para seguir adiante. Deixe as mágoas de lado. Elas geralmente são os itens mais pesados e acabam ocupando muito espaço. Então simplesmente livre-se delas. 

Ame. Não tenha medo. Talvez você não acredite, mas amar traz mais vantagens do que malefícios. Traga sempre consigo a confiança e a esperança. No entanto use-as com parcimônia. Na medida certa elas lhe ajudarão a levantar das piores quedas. Sim! Você vai cair. Isso é inevitável e necessário. Mas aprenda firmar o corpo. Não deixe que qualquer contratempo te derrube assim tão facilmente.

Permita-se. Não aceite que os outros digam o que você deve ou não fazer (ou ser). Opiniões são sempre bem vindas, podem ser escutadas e analisadas, mas lembre-se: nenhuma imposição, regra, livro de autoajuda ou textos como esse que você acabou de ler têm a direção certa a ser seguida. 

Você é seu guia e merece aproveitar cada pedaço dessa jornada à sua maneira e sem nenhuma moderação.

(Grazielle Santos Silva)

5 comentários :

San disse...

O problema é que o ser humano tem muito medo de se desprender de tudo aquilo que faz parte de sua vida, por isso acabamos guardando coisas que não usamos ou que não tem mais nenhum sentido pra nós. E isso vale também para as emoções, histórias, traumas, decepções e sentimentos... mesmo que eles já não sirvam mais, que já tenham perdido seu significado, ainda assim, continuamos apegados a eles. Então imagine o quanto de bagagem vamos acumulando ao longo dos anos? Realmente temos que deixar esse excesso pra trás e só seguirmos com o essencial. Ótimo texto.

Dito Passos disse...

Perdão. Esse é o nome do carregador das bagagens mentais.

Seu texto trouxe um efeito suave em meu astral hoje. Estou mais leve.

Continue produzindo.

=]

Ismael Costa disse...

Grazi querida,
Muitas vezes a gente escreve ou diz sem conseguir dizer nem mostrar o que sente. E o que sobra é o áspero do gesto, a secura da palavra. E por trás disso, há muito sentimento, muito amor. Sentimentos loucos – todas as pessoas são loucas, inclusive nós; sentimentos encabulados – nós, mineiros, somos especialmente encabulados. Mas “sentimos” de verdade. Fiquei num exibimento insuportável por ter inspirado seu texto. Aliás, a frase inspirou você. O mérito é seu: nem todos estão abertos aos mistérios do imponderável, a captar numa frase as suas funduras, trocar abismos com calor, carinho e não apenas defender-se do outro. Não sei que espécie de felicidade vou ser capaz de abraçar sem a lembrança das minhas mágoas. Mas, você me faz acreditar.

Welton Nogueira disse...

Verdade, às vezes sinto que a vida é pesada. Deve ser o tal excesso de bagagem.

renata disse...

e isso aí, fora peso desnecessário... caminhemos mais leves!

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